O prefeito de Vancouver, Ken Sim, sugere adotar Bitcoin para garantir estabilidade financeira e combater a inflação fiduciária.
O economista-chefe do FMI afirma que a batalha contra a inflação está quase ganha, prevendo que a inflação volte ao normal até o final do próximo ano, mas alerta para uma desaceleração do crescimento e aumento da desigualdade econômica.
O recente aumento do Bitcoin para US$ 64.300, impulsionado por medidas econômicas da China, pode resultar em ganhos significativos para altcoins. A crescente volatilidade e preocupações com a inflação nos EUA também influenciam o mercado.
O Federal Reserve sugere um corte menor na taxa de juros devido à persistente inflação, levando investidores a antecipar uma redução de 25 bps.
Federal Reserve corta juros em 50 pontos por temores de inflação e recessão. Bitcoin supera US$ 60 mil.
A previsão do PIB de 2024 foi elevada de 2,5% para 3,2%, refletindo uma melhora na economia do país.
Especialistas apontam que a inflação continua acima da meta, apesar da Selic elevada, devido a uma política fiscal flexível e incentivos de renda que mantêm o ritmo econômico.
Criptomoedas se favorecem com a inflação dos EUA, Bitcoin luta por US$ 58 mil.
Kamala Harris, Trump e inflação causam reações mistas no mercado de criptomoedas, com o Bitcoin tentando atingir US$ 56 mil.
Produtos de criptomoedas registram saídas de US$ 726 milhões devido à incerteza sobre o corte de juros.
James Bullard, ex-presidente do Fed de St. Louis, diz que o aperto monetário foi bem-sucedido e prevê cortes de taxa nos EUA este ano.
El Salvador já acumulou US$ 350 milhões em Bitcoin desde que começou a comprar 1 BTC por dia.
O token CRV da Curve DAO subiu 36,8% em sete dias, atraindo a atenção de investidores e analistas devido à possível redução da inflação e recuperação da comunidade.
Especialistas da Ryze Labs preveem recuperação positiva do mercado cripto, incluindo Bitcoin, no segundo semestre de 2024 devido à redução do aperto quantitativo do Fed e desaceleração da inflação.
Altcoins registram alta de até 32% e Bitcoin se mantém estável após divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) nos EUA, indicando inflação fraca em abril.
Com a queda da inflação nos EUA, o mercado cripto reagiu positivamente e o Bitcoin alcançou a marca de US$ 66.000.
Bitcoin salta 6% e atinge mais de US$ 66 mil após relato de desaceleração da inflação nos EUA, indicando um positivo movimento de ativos de risco segundo QCP Capital.
Um memecoin valorizou 2.250% inspirado no caso da GameStop, enquanto o mercado de criptomoedas, incluindo o Bitcoin, está cauteloso e operando no vermelho devido à espera de dados da inflação nos EUA (PPI e CPI).
O artigo discute como o halving do Bitcoin influencia o valor da criptomoeda pela lei da oferta e demanda, realçando a escassez como uma ferramenta contra a inflação.
Maio de 2024 será marcado por eventos significativos para a indústria cripto, incluindo possíveis mudanças de taxas do Fed, medidas contra a inflação, e o desfecho do caso Tornado Cash.
Os fundos de investimento em criptomoedas registraram uma saída de US$ 435 milhões na última semana, influenciada pelo medo do aumento da inflação e pela entrada de capital nos ETFs de Bitcoin.
Um sócio da KPMG Canada, Kunal Bhasin, menciona que a alta dívida e inflação têm levado investidores institucionais canadenses a investirem em criptomoedas. Um estudo recente mostrou que 39% desses investidores já possuem alguma exposição ao setor.
O halving do Bitcoin acontece a cada quatro anos, cortando as recompensas dos mineradores e controlando a inflação.
O Federal Reserve posterga reduções de taxas devido a persistentes preocupações com a inflação, questionando se o Bitcoin é um bom hedge contra ela.
Markus Thielen da 10x Research anunciou a venda de todos os ativos em criptomoedas e ações de tecnologia devido à instabilidade do mercado e piores taxas de inflação.
Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA, adverte que um corte nas taxas de juros pela Reserva Federal seria um erro em meio à alta inflação e subestimação das taxas atuais.
A próxima redução do Bitcoin pela metade, prevista para 20 de abril, tende a diminuir as recompensas dos mineradores e reduzir a taxa de inflação, podendo causar volatilidade de curto prazo e tendência de alta a longo prazo no preço.
O artigo discute a queda recente no preço do Bitcoin, relacionando-a com a expectativa de aumento da inflação e uma possível resposta agressiva da Reserva Federal quanto às taxas de juros.
Tom Lee, da Fundstrat Global Advisors, prevê cortes nas taxas pela Reserva Federal dos EUA devido à inflação decrescente, o que impulsionará o mercado de ações.
A Coinbase Institutional assinala que investidores tendem a adquirir Bitcoin (BTC) de forma agressiva em baixas, considerando-o como ouro digital, mediante ameaças inflacionárias e expectativas de cortes na taxa de juros pelo Federal Reserve.
Com a inflação alta na Turquia, o Bitcoin está próximo de máximas históricas no país, enquanto o governo se prepara para impor regulações severas às criptomoedas.
Remessas de criptomoedas na Venezuela aumentam devido à crise econômica.